
É essa presença constante da tua infinita ausência que me amarga a doce vida.
Não sei acordar e não perceber que você, por um reles engano do destino, não está aqui ao meu lado.
Não sei fingir que as segundas não seriam melhores se eu te tivesse aos domingos.
É essa posse do que nunca esteve em minhas mãos que tanto me dói.
Pensar que perdi o sentimento que jamais achei em você.
Sinto praticamente saudades do que eu nunca conheci e lamento a morte de um sentimento nunca nascido.
Talvez um dia você resolva perceber que o grande vão entre meus braços tem nome... e é o teu nome!